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A Azulejos Cardeal atua no mercado a mais de 12 anos, sempre buscando excelência e qualidade no seu atendimento. Veterana no seguimento, a Azulejos Cardeal oferece uma variada gama de revestimento, azulejos pisos partilhas antigas e fora de linha sempre pronta a atender!

A Evolução do Azulejo no Brasil

 Muito certamente, o artífice que preparou a massa e levou à queima a primeira ancestral peça cerâmica, na configuração do que conhecemos como azulejo, experimentou o prazer da descoberta mas ao mesmo tempo vislumbrou maneiras de aperfeiçoá-la.
Se assim de fato aconteceu - e tudo indica que sim, dada a verdadeira obsessão humana de perseguir o melhor e o mais belo, sempre - até hoje continua se repetindo, não se distinguindo nesta mecânica o artista solitário em seu ateliê do contingente especializado que se reúne em torno de complexos parques industriais. Ao longo do tempo, o processo de criação do material cerâmico destinado às funções de revestimento - papel esse que se completou com o desenvolvimento dos aspectos decorativos dos azulejos - andou paralelo ao domínio das tecnologias de cozimento e pigmentação, ora exigindo aperfeiçoamento e ora beneficiando-se deles. Em meados de 1953, prevaleciam nos banheiros e cozinhas brasileiras, cumprindo objetivos estritamente funcionais , os azulejos brancos, no formato 15 por 15 centímetros, despidos de qualquer pretensão decorativa. A partir deste ponto, coincidindo com o inicio das suas atividades produtivas, a Incepa recorreu a métodos avançados de fabricação e promoveu a introdução no mercado nacional dos azulejos brancos mas bisotados, seguidos de linhas coloridas e menos insípidas. " Guirlanda com Rosa " Primeiro azulejos decorado lançado pela incepa , 1970 . Ao longo de um ciclo de 19 anos, predominou o mesmo formato 15 por 15 centímetros, refletindo as limitações dos próprios equipamentos de produção, concebidos unicamente para essa bitola. A essa restrição, contrapropôs-se a aplicação das decorações e o subsequente recurso à técnica da serigrafia, representando um importante avanço industrial.
A renovação tecnológica, estendendo-se dos métodos de produção em série às novas gerações de equipamentos de prensagem e queima, manifestou-se durante o ano de 1973 na forma de uma bitola de produtos, de 15 por 20 centímetros, quebrando um padrão que predominou por quase 20 anos. Na História da azulejaria brasileira, vista soba ótica das produções em escala industrial, a mudança de bitola proporcionada pelos novos equipamentos deu margem aos setores de desenvolvimento para a criação de conceitos inovadores de decoração. Com os formatos maiores, introduziu-se na arquitetura e na construção do conceito Mural, segundo o qual o número restrito de azulejos decorados compunha um painel.
Rompia-se assim, graças ao uso criativo das técnicas disponíveis, a hegemonia do branco e das cores lisas, bem como do tradicional formato 15 por 15 centímetros. Em 1979, repete-se num contexto específico - inspirado pela necessidade de exportações um outro ajuste tecnológico. Desta vez, prensas e fornos ajustam-se à bitola 11 por 11 centímetros para a produção de azulejos destinados aos Estados Unidos.
O ano de 1982 trouxe, também, renovação de técnicas e de conceitos: fábricas como o da Incepa atualizaram suas linhas para formatos ainda maiores, ampliando a superfície útil de cada peça e possibilitando uma nova intervenção mais criativa dos artistas e dos designers.
Assim, tornou-se possível modernizar os padrões de decoração dos azulejos já no formato 20 por 25 centímetros, ao mesmo tempo que surgia o conceito das linhas coordenadas, isto é, em que cores e motivos de cada peça guardavam entre si pontos comuns para aplicação distinta em paredes e pisos. Neste mesmo ano, a ousadia ia mais longe em dupla dose: de um lado, propondo peças simétricas, no formato 20 por 20 centímetros, e de outro tornando acessível ao brasileiro o consumo das linhas criadas pelo estilista italiano Valentino. Ao formato até então indisponível no Brasil e aos seus novos padrões de composição, Valentino acrescentava o seu próprio conceito de "Banheiro Integrado", com todas as peças exclusivas deste ambiente combinando-se entre si, seja através dos desenhos, seja através das cores ou de algum outro elemento. A Evolução das técnicas, cuja cadência era determinada quase que exclusivamente pelos equipamentos de prensagem e de queima de fornos-túnel, levou ao desenvolvimento de formatos ainda maiores, chegados ai público durante os anos de 1985 (formato 15 por 25 centímetros) e 1986, com as linhas nas proporções de 25 por 25 centímetros e 30 por 30 centímetros essas exclusivas dos pisos cerâmicos grés.
Se de um lado os equipamentos dificultavam os avanços de formatos, exigindo sempre adaptação para controlar limites técnicos, de outro os processos de glasuramento cobravam soluções diferentes para que a evolução se desse também no campo de reprodução das cores e dos efeitos especiais.
Um passo neste sentido já havia sido dado em 1983 com o uso do decalque, mais rico em policromias, em substituição ao método serigráfico, que só permitia restrita superposição de cores. Essa alternativa exigiu da indústria a adaptação de suas linhas a execução de uma terceira queima em temperatura inferiores às dos túneis, próprias para fixar os decalques nas superfícies glasuradas.
O caminho aberto pelo decalque ganhou plenitude em 1986, com as pesquisas apontando a viabilidade do uso das tintas e dos pigmentos especiais. A Resultante foi a transferência dos efeitos de madrepérola para a superfície dos azulejos, o recurso à pintura manual (não obstante a escala industrial), o Uso de metais nobres como o ouro e a platina em detalhes de decoração, e a reprodução dos aquarelados e transparências. Neste mesmo ano de 1986, o mercado brasileiro recebia um novo formato de revestimento e uma geração de ísos cerãmicos grés, o primeiro na medida de 25 por 25 centímetros e o segundo na proporção de 30 por 30 centímetros. Mais do que a aparição de um novo produto, o piso cerâmico trouxe consigo o desenvolvimento de técnicas avançadas de produção, baseadas na monoqueima. Gerações modernas de fornos, alimentados a gás, racionalizavam o processo produtivo, até então baseado nos fornos a radiação, supridos a óleo combustível, reduzindo drasticamente o tempo necessário de cozimento e permitindo fusão perfeita e integrada dos componentes minerais dos revestimentos. "Alcântara " Azulejo com relevo lançado em 1974 O Domínio destas tecnologias contemporâneas trouxe, em 1987 e 1988, avanços ainda mais substanciais: em 1987 surgia uma família especial de revestimentos, batizadas de "Festone", intermediária das faixas de pequenos porte e das peças de formatos maiores. Dentro dos "Festones" atingiam níveis elevados os processos criativos de glassuramento, com a pintura manual, o craquelê e a tridimensionalidade fruto de camadas superpostas de pigmentos em diferentes em diferentes e sutis tons.
Já em 1988, ocorria uma importante revolução tecnológica: a utilização da monoqueima para a produção de revestimentos, dentro de uma técnica que passou a ser conhecida por monoporosa. O aproveitamento alternativo do equipamento de monoqueima para novos fins industriais confirma a premissa de que os efeitos perseguidos acabam por determinas as técnicas apropriadas para sua viabilização.
Antes restrita apenas aos produtos grés de grandes formatos e altíssima resistência às ações mecânicas de abrasão e flexão a monoqueima ajustou-se aos revestimentos de paredes, possibilitando novos desenvolvimentos de design e de formatos e garantindo a alta qualidade de sempre. Fonte : Livro " Azulejaria Contemporânea no Brasil " .Rua Cardeal Arcoverde, 2953 Entre o Metrô Faria Lima ( Linha Amarela ) e Shopping Eldorado . Último quarteirão da Cardeal .
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